Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

VALDIGEM DE VINHEDOS... QUAIS JARDINS ENCANTADOS QUE ESCONDEM SECULARES SEGREDOS, MÁGOAS E ÁRDUO TRABALHO, ONDE OS AVÓS DOS AVÓS CULTIVARAM E FIZERAM AMADURECER CADA RUGA QUE TEM SEU ROSTO…

Valdigem em imagens

Francisco Duarte, em 15.08.16

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

15:48

Brasão

Francisco Duarte, em 14.08.16

BRASÃO-VALDIGEM

Escudo de vermelho, báculo de ouro posto em pala e brocante, mitra episcopal de prata; em chefe, cacho de uvas de púrpura folhado de ouro à dextra e ramo de oliveira de ouro frutado de negro, à sinistra; contrachefe ondeado de prata e azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco, com legenda a negro: "VALDIGEM - LAMEGO".

Brasão não oficial, design do autor do blog segundo publicação em diário da república, nº 219 de 22-9-1997

Autoria e outros dados (tags, etc)

08:08

HISTÓRIA

Francisco Duarte, em 13.08.16

                                                                                                                                                                                                                                                                             

 

 VALDIGEM, jovem Vila, categoria a que foi elevada a 1 de Julho de 2003, é uma das 24 freguesias do concelho de Lamego, distrito de Viseu, tem uma população de 890 habitantes residentes (censos 2011) e um número indeterminado de migrantes, tem uma área de 10,9 Km, considerada medianamente urbana, com cerca de 552 edifícios e uma superfície agrícola com cerca de 409 ha utilizados e 10 ha não utilizados, sendo como tal uma das maiores freguesias do concelho de Lamego, distando deste  cerca de 10 km.

 

A lei n.º 22/2012 de 30 de maio, aprovou novo regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica passando o Concelho de Lamego a ser constituido por 18 Freguesias. Valdigem passou a estar agregada a Parada do Bispo, constituindo desta forma uma só Freguesia, «União das Freguesias Parada do Bispo, Valdigem». 

 

1- ENQUADRAMENTO HISTÓRICO                                                       

 

     O seu foral foi concedido em 1182, no reinado de D. Afonso Henriques. Foi concelho até 1834.

    Dominado pelo alto e forte castro de S. Domingos, o território desta freguesia, cujos limites penetram o perímetro dos muros castrejos até quase rente da ermida daquela invocação, a qual se encontra, por isso, toda dentro da freguesia de Fontelo, tem um povoamento inegavelmente anterior não só ao século XII, mas até á denominação romana que aqui se exerceu. 

 

    O nome desta freguesia encontra-se bem documentado na Idade Média. Deve interpretar-se como sendo o genitivo dum nome visigodo, Balthweigs, latinizado em Baldoigius e conhecido por ser o nome dum Bispo de Cuenca nos meados do século VI.

    Na primeira metade do século XII tinha aqui notáveis haveres um filho-de-algo a que D. Afonso Henriques fizera doações nas cercanias de Lamego, a saber Pedro Viegas, que em 1163 fez uma vasta venda a D. Teresa Afonso, viúva de Egas Moniz, vobis dona Tarasia Alfonsi regiae prolis nutrici (isto é, ama dos filhos de D. Afonso Henriques), de muitos herdamentos em vários lugares nos arredores de Lamego, incluídos alguns in Baldigem (sic) in loco qui dicitur Galafura inter sancto Dominico et Queimada, et in Torrom ubi intra Barosa in Douro, isto é, respectivamente, no extremo sul da actual freguesia no vale do ribeiro que a atravessa, o local de Galafura (nome hoje perdido e que nada tem com Galafura, para além do Douro), e, no extremo noroeste, o local do Torrão, apertado ângulo entre o Barosa e o Douro e abaixo do declivoso cume da Mua.
    É natural que D. Teresa Afonso tivesse bens de herança de seu marido, e tudo aqui legou ela ao Mosteiro de Salzedas, sua fundação, antes de 1171. D. Afonso I libertou esses haveres de todo o débito real, e ele próprio em 1182 doava ao mesmo mosteiro certas fazendas.
     D. Afonso IV concedeu ao concelho de Lamego, cerca de 1330, uma carta para possuir em Valdigem a jurisdição crime. Mais tarde os procuradores da cidade às cortes queixaram-se a D. Afonso V que Valdigem fora do termo de Lamego (vê-se que o concelho de Valdigem se eclipsara momentaneamente, absorvido pelo de Lamego) e que D. João I retirara desse termo a freguesia para a dar a fidalgos, com jurisdição separada o que, apesar de D. Fernando o ter feito já, se não acusa contra este, que dera mesmo à vila carta confirmativa de todos os privilégios. Em 1372, de facto, D. Fernando doou as vilas de Tarouca e Valdigem a D. Maria Giroa (Girão), mulher de Martim Vasques da Cunha (o futuro vencedor da batalha de Trancoso), «por dívida que connosco tendes - diz o rei à dona - em casamento com o dito Martim Vasques», cedendo-lhe a jurisdição cível, excepto as apelações: A doação era feita também aos descendentes, segundo o filho maior varão ou a filha maior, se varão não houvesse, «para sempre», revertendo à coroa logo que se extinguisse a linha. Os senhores de Valdigem desta estirpe ficavam obrigados a «fazer feu» (feudo) do lugar e do outro doado servindo a coroa, sempre que fossem por ela requeridos, «com tantas lanças armadas de todo ponto quantas montar na renda dos ditos lugares» e «cada lança armada a guisa de França ou de Inglaterra» (Oeiras, 6-X-1372). Dois anos depois escassos, uma carta régia, dada em Salvaterra de Magos, a 26-IV-1374, dá a saber que entre estas datas fora dada, agora, expressamente a Martim Vasques da Cunha a jurisdição civil das duas vilas e que pouco depois lhe fora tirada, tendo tal carta por fim restituir-lha. A criminal continuava na coroa. Depois deste fidalgo, devido à sua retirada para Castela, ao que parece, Valdigem passou ao senhorio de seu genro, o famoso jurisconsulto Dr. João das Regras. Mas este não o teve muitos anos, porque uma carta de D. João I, de 1401, diz que este soberano havia comprado Valdigem a D. João de Castro para a poder doar a seu filho, o ínclito Infante D. Henrique. Morto este, parece que a vila voltou à coroa, imediatamente ou talvez pelo senhorio do duque de Beja, Infante D. Manuel, depois Rei.
     O cadastro de 1527 atribui à «vila de Baldigem» 146 fogos. Na povoação existiram casas nobres e vinculadas, como algumas dessas quintas o foram. Em 1532, Rui Fernandes atribui à freguesia o dizimo de mil alqueires de pão; de mil de vinho, de setecentos de castanha e de quatrocentos de azeitona. O concelho foi extinto em 1834 pelo liberalismo e incorporado no de Lamego.
    Quanto ao eclesiástico, a Igreja deve ter existência anterior à nacionalidade, erigida pelas «famílias» ou pelos próprios senhores da villa Baldoigii em honra de S. Martinho (de Tours) no século VI, devido à acção neste sentido desenvolvida pelo grande propagandista do culto daquele seu homónimo, S. Martinho de Dume. Assim, ter-se-ia mantido o templo através de várias vicissitudes ou ruínas, agora «próprio» dos novos senhores, os «comités» beirões dos séculos IX‑X, até à doação ao mosteiro vimaranense. Passada a villa no século XII, o mesmo sucedeu ao templo; e assim se compreende que nas Inquirições de 1258 se diga acerca de patronatu ecclisie sancti Martini de Baldign, que o padroeiro é o rei: rex est patronus et ... presentat dicte ecclisie. Em 1272, o Bispo de Lamego, D. Silvestre, lega no seu testamento a este tempo, ipsi ecclisie de Baldigem, para aniversário necrológico, em dia de S. Martinho, um maravedi de pescado sobre a sua vinha que vocatur Anegaça. Em 20-VIII-1292, D. Dinis, estando no Porto, passou carta à Sé lamecense, em complemento das concordatas com a Igreja, em que, entre outras coisas, era concedido ao Bispo e Cabido de Lamego o padroado da Igreja Paroquial de S. Martinho de Valdigem e a própria igreja. O Censual capitular de Lamego de cerca de 1530 cita a «vigairaria de Baldigem», cujo pároco, vigário, passara a ser da apresentação da dignidade capitular lamecense do arcediago, chamado por isso «de Baldigem» ou «do Bago», ao qual pertenciam os dízimos, tendo o vigário, nos fins do século XVIII, com o pé de altar, uns 300 mil réis de renda.
    Um clérigo de Valdigem, D. André, fez em 1295 uma doação à dita Sé, já dona da igreja. Em 1448, fez outra à mesma Sé o tabelião local, João Afonso.
    D. Manuel I, deu  novo foral em 10 de Fevereiro de 1514.
    Na vila existiram cadeia, casa de câmara e pelourinho. Na freguesia havia no século XIX cinco capelas particulares e a da Ermida da Nossa Senhora da Conceição, pública e com irmandade.
    Nesta freguesia estão classificados como imóveis de interesse público os marcos graníticos, que serviram para demarcar em 1757 a zona dos vinhos generosos do Douro, colocada sob a jurisdição da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas Douro, colocados nos seguintes locais: Qta de Sto António, no lugar do Tanque (caminho de Valdigem para o Barreiro), no lugar do Barreiro (caminho do Barreiro para o Alto da Portela) e na Quinta da Assoreira (Malpica).
 
 

2 - ENQUADRAMENTO SÓCIO-ECONÓMICO


Actividades sócio-económicas:

— Vitivinicultura (90% da produção de Vinho Generoso e 10% da produção de Vinho de Mesa da Região Demarcada do Douro);
 — Olivicultura;
 — Indústria de panificação;
 — Construção civil;
 — Venda por grosso de materiais de construção civil e agrícolas;
 — Comércio geral de mercearia e bebidas;
 — Comércio de peixe fresco, congelado e moluscos;
 — Indústria de camionagem TIR;
 — Praça de táxi;
— Indústria de transportes de aluguer.
.
 
3 - INFRA-ESTRUTURAS  E  EQUIPAMENTOS
 
Equipamentos sociais:
Posto médico, com um médico e uma enfermeira, para os utentes de Valdigem, Figueira e Parada do Bispo;
— Posto de atendimento do Centro Regional de Segurança Social do Centro - Serviço Sub-Regional de Viseu (delegação de Lamego);
Associação Construir (apoia os mais necessitados da freguesia);
— Biblioteca;
Património:
Igreja Paroquial;
Capela de Nossa Senhora da Conceição;
Capela das Brôlhas; 
— Pelourinho;
Cruzeiros;
— Marcos graníticos, que serviram para demarcar, em 1757, a zona de produção de vinhos generosos do Douro, colocados sob a jurisdição da Companhia Geral da Agricultura dos Vinhos do Alto Douro, que estão classificados como imóveis de interesse público;
Casas brazonadas;
— Edifícios onde estiveram instalados o tribunal, câmara, cadeia e outros serviços de comarca quando esta freguesia foi concelho até 1834, por foral concedido em 1182, no reinado de D. Afonso Henriques;
Residência e salão paroquial;
Edifícios escolares.
 
 
Associações:
 
— Associação Cultural Recreativa e Desportiva Construir de Valdigem;
 Associação os Amigos de Valdigem
Associação de Caçadores de Valdigem.(Condições de candidaturas e de exercício da caça em ZCM).
— Valdigem Sport Clube, (Inactivo).
 
Festas anuais:
— Romagem ao Monte de São Domingos (24 de Junho. É tradição secular, neste dia, ninguém trabalhar na freguesia);
Nossa Senhora do Rosário de Fátima (1.° ou 2º,  fim-de-semana de Agosto, sexta a terça-feira);
São Martinho (Padroeiro da freguesia, 11 de Novembro);
Imaculada Conceição (8 de Dezembro).
 
 
Texto retirado:
Projecto de Lei nº 198/IX - Elevação de Valdigem a Vila.  (Realizadas alterações e actualizações)  

Autoria e outros dados (tags, etc)

21:09

Sabia que:

Francisco Duarte, em 10.08.16

6e5bb7053b4e64e0485a31560902041b

 Quem entra na Casa de Nossa Senhora dos Remédios, encontra, logo à entrada, esta inscrição: «Aqui jaz o Rev.mo Cónego José Pinto Teixeira, Fundador deste Santuário. Faleceu a 25 de Abril de 1784» .

Assim sendo, faz 232 anos que ocorreu a sua morte.

 

 

 

Oriundo de Valdigem, viveu em Lamego, mais propriamente na Rua da Olaria.

Eleito Juiz da Irmandade em 1748 (em 1741 já desempenhara tais funções), foi sobretudo a ele que se deveu a construção do Santuário.

Por muito grande que seja a nossa gratidão, será sempre muito pequena em comparação com a sua extrema (e extremosa) dedicação!

Autoria e outros dados (tags, etc)

18:13

Aconteceu há 100 anos em Lamego: «O motim de Lamego» (20 de Julho de 1915)

Francisco Duarte, em 15.06.16
Posted by lamecum in Chronicon Lamecensis

Motim Lamego

O tiroteio à nossa volta dificulta-nos a audição

Mas a voz humana é diferente dos outros sons

Pode ser ouvida sobre outros sons que abafam tudo o resto

Até mesmo quando não há gritos

Até mesmo quando é só um murmúrio

Até mesmo o mais leve murmúrio pode ser ouvido sobre o

barulho dos exércitos quando diz a verdade.

Jornaleiros do Douro – (Emílio Biel)    

Poema retirado do filme “The Interpreter”

 

A 20 de Julho de 1915, o povo das aldeias de Cambres, Valdigem, Sande e Figueira, cerca de 5000 pessoas, dirigiu-se à cidade de Lamego, manifestando-se em frente ao edifício da Câmara. De acordo com os relatos dos jornais, no momento em que a comissão de representantes se encontrava reunida com a Comissão Executiva da Câmara de Lamego, de repente, a população foi atacada com bombas, caindo, mortos ou feridos, vários manifestantes e debandando a maioria. Com a população em fuga, mais nove pessoas seriam atingidas, mortalmente, pelas costas, por tiros disparados das janelas traseiras da câmara. O balanço trágico do motim de Lamego somou 11 mortos e 19 feridos.

Na noite do dia 19 começou a correr pela cidade que os sinos das aldeias tocavam a rebate, convidando o povo a dirigir-se a Lamego para pedir à Câmara o seu apoio à sagrada questão do Douro. Na manhã do dia 20 de abril de 1915, umas 4 ou 5 mil pessoas das freguesias vinhateiras do concelho armadas de varapaus, foices, machados, etc., entraram na cidade, obrigando todo o comércio a fechar as suas portas e obrigando também os principais proprietários a acompanhá-los ao edifício dos Paços do Concelho nessa romaria que depois tão triste e tão fúnebre se tornou (1).

A liderar essa multidão ia um popular a empunhar uma bandeira negra com a seguinte frase: “O Sul mata-nos à fome!”. Todos se dirigiram ao Município e aí foi nomeada uma comissão para se reunir com a vereação e autoridade administrativa sobre a atitude a tomar perante a gravíssima questão do Douro. Durante a tal reunião tudo correu dentro da ordem. Depois…

“Duma das varandas um soldado arremessou sobre a multidão a barretina onde reluzia um 9 metálico. Os lídimos e brilhantes esteios da ordem, todos com larga folha de baixos serviços políticos […] supuseram a República em perigo… iam cambalear as instituições políticas da terreola e lugubremente, com gesto carniceiro, despejaram bombas sobre a multidão inerme e de cabeça descoberta. Na multidão abriram-se grandes clareiras sangrentas e gritos agudos encheram os ares. Civis, no mais aceso orgulho de cidadãos livres, arrancaram as espingardas aos soldados e visaram os fugitivos, atingindo-os pelas costas. ” (in Sangue Plebeu de Pina de Morais).

 

Em jeito de singela homenagem, aqui fica a relação dos mortos no “Motim de Lamego”:

 

– Franscisco dos Santos Araújo (jornaleiro de Portelo de Cambres)

– Manuel Carneiro (sapateiro de Britiande)

– Francisco Guedes (jornaleiro de Pomarelhe de Cambres)

– Maximiano da Silva (proprietário de Valdigem)

– Bernardo Pinto (casado, Riobom de Cambres)

– João Cardozo (casado, Parada do Bispo)

– José Gomes Rabito (casado, do Ladario de Cambres)

– Pedro da Silva (casado, de Quintião Cambres)

– José da Rede (casado, feitor da Quinta dos Sequeiros)

– António Ribeiro (casado, de Riobom de Cambres)

– Ana Faininha (de Valdigem)

(1) JORNAL “A FRATERNIDADE”. V ANO, N.º 241, DE 24 DE JULHO 1915

Autoria e outros dados (tags, etc)

16:48

Valdigem em Imagens

Francisco Duarte, em 10.05.16

Autoria e outros dados (tags, etc)

00:03

Réplicas de Forais

Francisco Duarte, em 12.05.10

PT-TT-LN-42_c0322 Foral  Valdigem 1182

PT-TT-LN-46_c0139 Foral Valdigem 1514

 

 

 

     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Foral concedido em 1182, no reinado de D. Afonso Henriques  D. Manuel I, deu  novo foral em 10 de Fevereiro de 1514

 

         Documentos de suma importância, arquivados na Torre do Tombo em Lisboa e de possível consulta.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

00:14

Longe da Política ... Mas perto de Valdigem...

Francisco Duarte, em 09.05.10
 
 
Na vida, e relativamente à “comédia humana”, costumamos dividir o tempo e/ou os anos em vários momentos simbólicos, como por exemplo, as estações do ano – Verão, Inverno, Outono e Primavera, eles ajudam-nos na nossa caminhada e animam as nossas ilusões, sonhos e anseios. Nas estações, em cada uma delas, criamos momentos específicos, tais como “temporadas”: Temporada de Férias passeios,viagens, praias, montanhas…
   
    Estamos em temporada de eleições autárquicas, ou seja estamos em temporada de voltar a sonhar! Em tempo de sonhos quase aniquilados por tanta crise ou pseudo crise… Valdigem sempre viveu uma grande “crise” a nível colectivo, "o Valdigense é muito importante, muito inteligente, incomparavelmente melhor que o vizinho do lado, o seu ego é maior que uma das maiores freguesias do concelho, VALDIGEM" !!!, bom... se colocarmos o individualismo ao serviço do “TODO” faremos de Valdigem, uma terra atraente para novas gentes e capaz de impedir a migração dos seus nativos oferecendo-lhes boa qualidade de vida. 

    No entanto os eleitos têm um papel fundamental na prossecução destes objetivos sendo as suas responsabilidades supra elevadas em relação aos seus concidadãos, mandatários das suas necessidades e anseios, e devem servir com nobreza, sem olhar ao estatuto,estrato social, ou outra qualquer característica.

 

"Já se fez... muito mais se pode fazer... é preciso tempo... outros tempos...

 Eu voto neste programa eleitoral ! Eu voto VALDIGEM...

Autoria e outros dados (tags, etc)

00:37

Hino de Valdigem

Francisco Duarte, em 08.05.10

 

 

HINO

 

Situada entre montanhas

Cercada de penedias

Fica a nossa linda terra

Valdigem de maravilhas

 

O povoado não é pequeno

Mas de honrados lavradores

Que desde o Cabo á Praça

Todos merecem louvores

 

Ao cimo o São Domingos

Protector dos nossos lares

A quem todos recorremos

Com preces e muito salutares

 

E a Senhora da Ajuda

No Centro da nossa terra

Para quem vai todo o afecto

Que o nosso coração encerra

 

Sinto orgulho de ser filho

Deste formoso torrão

Tão bonito tão bonito

Que eu guardo no coração

 

Eu adoro a minha terra

Não como coisa mesquinha

Eu adoro a minha terra

Porque é minha muito minha

  

Sugestão de, João Manuel Duarte Fonseca 

Diz...

Cantava-se nos momentos lúdicos da primária nos anos 50/60. Desconheço porém o autor da letra. Para relembrar aos que esqueceram e aos frequentadores do blog, uma forma de conhecer um pouco mais o passado recente da nossa terra. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

22:22

Marcos Pombalinos

Francisco Duarte, em 07.05.10

Imóveis de interesse público

Classificação atribuída pelo IPPAR, (Instituto Português do Património Arquitéctónico)

 

Clique para ampliar

 

Marco Granítico

Nº89

Marco Granítico

Nº90

Marco Granítico

Nº91

Marco Granítico

Nº92

 

Quinta de Sto António

Foto: 19/02/2007

Lugar do Tanque

Sto António

Caminho do Barreiro

Foto: 19/02/2007

Quinta da Assoreira

Foto: 19/02/2007

Este Marco não se encontra

no seu local de origem

Não foi possível localizar

o referido marco

Em boas condições de

observação

Em boas condições de

observação

 

Marcos de demarção da zona de produção do vinho do Porto, mandados colocar por Marquês de Pombal.

Autoria e outros dados (tags, etc)

23:01

Azenha... Fábrica de azeite...

Francisco Duarte, em 06.05.10

 

 

   O azeite de extraordinária pureza e apreciado sabor, é uma das riquezas agrícolas do Concelho.

   Azeite… produto alimentar muito antigo, clássico da culinária contemporânea. Além dos benefícios para a saúde o azeite adiciona à comida um sabor e aroma peculiares. A região mediterrânea é responsável por 95% da produção mundial de azeite, favorecida pelas suas condições climáticas, propícias ao cultivo das oliveiras, com sol e clima seco.

  

    Valdigem, possui uma das raras Azenhas da região, local de transformação da azeitona, no produto final… o tão afamado Azeite…  O processo é algo complexo, exigindo  maquinaria e pessoal especializado, além de obedecer a  normas  Europeias. 

                                                       
 
Imagens  da fábrica, ( propriedade da quinta das Brôlhas)
 
                  Clique para ampliar
 
     
As imagens apresentadas já são passado, a maquinaria transformadora sofreu alterações profundas com o objectivo de melhorar o produto final e fazer face ás novas exigências.

Autoria e outros dados (tags, etc)

16:52

Velhinha escola...

Francisco Duarte, em 03.05.10

 

 Tinha o seu fim anunciado á algum tempo, vai no entanto permanecer na mente e no coração de todos os que por lá passaram, a "velhinha escola" faz parte da memória colectiva de infância duma grande fatia da população Valdigense, foi lá afinal que muitos e muitos aprenderam as suas "primeiras" letras, foi lá que as primeiras maroteiras se organizaram, foi lá que se sentiu a responsabilidade e a dificuldade do "saber", foi lá também que se aprendeu a dar importância a quem tinha o conhecimento, o/a professor/a, foi lá que outros encontraram o sonho de uma saída para outros mundos...

 

Foram muitos os nomes que leccionaram e estiveram ligados a esta escola em diferentes épocas: (aqui ficam algumas referências e aguardo que me sejam fornecidos outros nomes)

Prof. Almeida Santos, Prof. Raúl, Prof. Rebelo, Prof. Delminda, Prof. Mercês, Prof. Ilda, Prof. Teresa, Prof. Idalina, Prof. Adelaide, Prof. Prazeres, Prof. Etelvina, Prof. Cecília. etc.

A todos os funcionários, auxiliares e principamente ao corpo docente, aqui fica a minha singela e humilde homenagem.

 

Um obrigado muito especial a todas as minhas professoras, as quais recordo com saudade.

1ª e 2ª classe: Prof. Ondina, 3ª e 4ª classe: Prof. Fátima, 1º e 2º ano da Tele-escola: Prof. Helena Felgar.

Para todas um beijinho carinhoso.

.

 

 

 .

Mas o edíficio parece que se vai manter...

 

Segundo o que consta na acta da Camara Municipal de Lamego nº13 de 29 de Junho de 2010, o edifício foi cedido pelo periodo de 30 anos ao Centro Social e Paroquial de Valdigem, para nele ser instalado um centro de dia e apoio domiciliário, após pedido efectuado por esta associação.

 

Clique para ver acta:  http://www.cm-lamego.pt/images/pdf/atas/camara/0910/1_2010

Pagina 7

Autoria e outros dados (tags, etc)

10:16

Freguesias Concelho de Lamego

Francisco Duarte, em 01.05.10

Clique

Lamego
                              Almacave Ferreirim Melcões Samodães
Avões Ferreiros de Avões Meijinhos Sande
Bigorne Figueira Parada do Bispo
Britiande Lalim Penajoia Valdigem
Cambres Lazarim Penude Várzea de Abrunhais
Cepões Magueija Pretarouca V. N. de Souto d'El-Rei

 

 

 

Lei n.º 22/2012 de 30 de maio

Aprova o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica

 

Avões

Britiande

Cambres

Ferreirim

Ferreiros de Avões

Lamego

Figueira

Lalim

Lazarim

Penude

Penajoia

Sande

Samodães

Bigorne, Magueija e Pretarouca

Cepões, Meijinhos e Melcões

Parada do Bispo e Valdigem

Várzea de Abrunhais

Vila Nova de Souto D'el Rei

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

19:00

Posto Médico / Junta de Freguesia

Francisco Duarte, em 01.04.10

Após demasiados anos a funcionarem em instalações degradantes e sem qualquer dignidade, para funcionários e utentes, (como neste blog, noutro post se pode constatar), é facto assinanável e de muito regozijo para os habitantes de Valdigem e demais utentes,  disporem já há alguns meses, de um espaço que obedece aos mínimos critérios de exigência para os serviços. Para quem conseguiu tal feito... Parabéns... e já não era sem tempo.

Inauguração em 2013 

Autoria e outros dados (tags, etc)

11:47

Construção de E.T.A.R

Francisco Duarte, em 20.05.09

Após um longo processo de negociações para expropriação dos terrenos, alegando Utilidade Pública, levado a cabo por: "Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro" e outros procedimentos burocráticos e legais, arrancaram no terreno as obras para a construção da ETAR (estação de tratamento de águas residuais) de Valdigem.

 

Vamos poder nadar novamente no Varosa, com água límpida como no passado?...!!! Assim esperamos.

 

                                                                              Clique para ampliar

   Fotos: Agosto de 2008  
Foto Maio 2009  Foto Agosto 2009 Foto Novembro 2009
Foto Abril 2010   Foto Agosto 2010  Foto Dezembro 2010

Autoria e outros dados (tags, etc)

19:57

João Pina de Morais

Francisco Duarte, em 19.05.09

Ilustres Valdigenses...  Ilustres Desconhecidos...

SABIA QUE ...

 

 

Há 90 anos, várias dezenas de viticultores, entre eles vários Valdigenses, foram recebidos a tiro por um destacamento militar, quando se dirigiam à autarquia para reclamarem melhores condições de vida, alguns caíram mortos. Esta tragédia ficou perpetuada na obra “Sangue Plebeu”, da autoria do escritor Pina de Morais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

..

.

.

.

.

João Pina de Morais nasceu em Valdigem, concelho de Lamego, em 6 de Janeiro de 1889, filho de um outro João Pina de Morais (oriundo de Guiães, Vila Real) e de Rita Olinda de Morais. O casal teve numerosos filhos, alguns dos quais morreram de doença muito jovens. A família vivia em Quintião, próximo de Cambres.

Entre 1900 e 1905 frequenta o Colégio Roseira, em Lamego, passando em 1906 para o Liceu Nacional de Viseu, a fim de completar os estudos liceais. Em 1907 alista-se como voluntário no Regimento de Cavalaria 9, de Lamego, com vista a matricular-se na Academia Politécnica do Porto, o que efectivamente vem a acontecer. Aí frequenta os preparatórios para a Escola do Exército na arma de Infantaria. Frequentavam então a Academia alguns alunos que viriam a ser nomes importantes da intelectualidade portuguesa, como Eugénio Aresta e Leonardo Coimbra, os quais viriam a ter grande influência sobre o jovem Pina de Morais.

Em 1911, Pina de Morais encontra-se a frequentar a Escola do Exército, em Lisboa, terminando o curso em 1914. A 4 de Novembro do mesmo ano, é promovido a aspirante a oficial e colocado no Regimento de Infantaria 13, de Vila Real.

No jornal A Democracia, de Vila Real, dirigido por José de Carvalho Araújo Júnior, começa a escrever crónicas que lhe deram alguma notoriedade local. Mas estávamos ainda muito longe do escritor vigoroso que se havia de revelar mais tarde, sobretudo nos livros de contos. De qualquer forma, são as crónicas ali publicadas, a que acrescentou outras, que constituem a matéria do seu primeiro livro, publicado em 1917, intitulado Ânfora Partida.

Um dos 18 batalhões que constituíam o Corpo Expedicionário Português era o batalhão de Infantaria 13, de Vila Real, pelo que, a 21 de Abril de 1917, integrado nesse batalhão, partiu de Vila Real, de comboio, com destino a Lisboa, para mais tarde seguir para os palcos da Grande Guerra.

Após a campanha da Flandres, Pina de Morais retomou o serviço no RI 13, mas por pouco tempo, dado que logo a seguir, em Dezembro de 1918, foi transferido para o 3º Grupo de Metralhadoras, no Porto, que lhe permitiu um reatar de relações com os homens da Renascença Portuguesa, sobretudo Leonardo Coimbra e Teixeira de Pascoaes.

Em 1919, sob o comando do Cap. Sarmento Pimentel, outro trasmontano, participou na defesa do regime republicano contra a incursão monárquica conhecida por Monarquia do Norte. Republicano convicto, teve por essa altura alguma actividade política, tendo sido eleito para a Câmara de Deputados em 1921. Mais tarde participaria no pronunciamento de 3 de Fevereiro de 1927 – que constituiu a primeira manifestação de descontentamento militar e civil contra o regime saído do 28 de Maio de 1926. A partir dessa data pode dizer-se que está em oposição ao novo regime, acabando por exilar-se em Espanha, depois no Brasil e enfim na França.

Regressado a Portugal em 1932, estabeleceu residência na Foz do Douro, Porto, onde faleceu em 29 de Janeiro de 1953, vindo a ser sepultado no cemitério de Cambres.

A passagem pelo teatro de guerra, onde sofreu um severo gaseamento em La Lys, não podia deixar indiferente a sensibilidade de escritor, daí resultando dois livros, Ao parapeito (memórias de guerra) e O soldado-saudade na Guerra Grande (contos, muitos deles aproveitando a matéria de crónicas anteriormente publicadas no Primeiro de Janeiro), que constituem um conjunto de relatos vívidos e emocionantes da experiência das trincheiras. A primeira dessas obras conheceu três edições e foi considerado o melhor livro inspirado pela grande conflagração mundial. Saiu também em 1930 uma tradução francesa, Au créneau.

Sem embargo da recepção lisonjeira que o livro Ao parapeito (1919) obteve, a grande força de Pina de Morais como escritor está nos seus livros de contos: o já citado O soldado-saudade na Guerra Grande (1921), A paixão do maestro(1922), História dum urso (infantil, 1923), Sangue plebeu (1942) e Vidas e sombras (1949).

De todos estes, é incontestavelmente Sangue plebeu a obra-prima. É um conjunto de oito histórias passadas no cenário alto-duriense, uma das quais bastaria para fazer a reputação de um escritor: “No Douro”. É uma história trágica baseada num facto histórico: o Motim de Lamego, ocorrido em 20 de Julho de 1915, em que onze populares foram mortos a tiro, por um destacamento militar, durante uma manifestação. Nessa manifestação, pacífica, uma multidão vinda de todos os pontos do Douro, exigia pão para matar a fome aos filhos e reclamava às autoridades a defesa do vinho do porto, ameaçado por um inadequado acordo comercial com a Inglaterra. Mas o conto é mais do que isso: é também uma espécie de roteiro da região duriense ao longo das quatro estações do ano, apresentado por quem a conhece como às suas próprias mãos. De resto, a defesa do Douro foi uma das grandes causas de Pina de Morais. Este conto é um bom exemplo da sua atitude ética, sempre ao lado dos mais fracos e desprotegidos, em total consonância com os seus ideais republicanos.

Muito ligado à ideologia da Renascença Portuguesa, em que pontificavam nomes como Jaime Cortesão, Leonardo Coimbra, Raul Proença, António Sérgio e Teixeira de Pascoaes, Pina de Morais deixa-se imbuir de um certo “idealismo de incidência patriótica” e de um certo pendor reformista da mentalidade portuguesa, contra a degenerescência de que dava mostras o regime republicano.

Sangue plebeu, que se encontrava esgotado há muito tempo, foi reeditado, numa feliz iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Lamego e do Museu do Douro, em 2003.

 

In Grémio Literário Vila-Realense

Autoria e outros dados (tags, etc)

19:05

Escultor Valdigense

Francisco Duarte, em 18.05.09

 

Nascido a 2 de Novembro de 1977 em Valdigem (concelho de Lamego), Orlando Manuel Nunes de Almeida, foi criado com a sua família numa quinta do Vale do Douro.

 Desde cedo manifestou o seu interesse pela arte, compondo músicas e escrevendo letras, moldando e transformando o seu mundo. Frequentou o ensino básico na Escola Secundária do Rodo mas era da sua vontade enveredar pelo mundo das artes. Aos 17 anos decide seguir o seu sonho e muda-se para a cidade invicta, onde ingressa no CEP - Centro de Estudo e Trabalho da Pedra, e conclui o Curso Profissional de Design de Interiores e Exteriores em 1998. Em 1999 ingressa no Ensino Superior no Instituto Politécnico de Viana do Castelo no curso de Design de Produto, que não chega a concluir pois neste mesmo ano inicia a sua actividade na Interforma / Divani & Divani, colaborando com o Arquitecto António Maria de Sousa em projectos de decoração de interiores e design de produto. No ano de 2006 assume o Gabinete de Design e Decoração da Interforma / Divani & Divani, onde permanece em funções até ao momento. Em 2009, assina os projectos de interiores do Passatempo Interforma/Casa Cl á u d i a .

 Entre o ano de 1996 e 2010, têm sido várias as exposições (individuais e colectivas) representações e colaborações. Neste ainda curto mas intenso trajecto, Paulo Neves, tem sido seu amigo, mestre e principal fonte de inspiração.

 

"CANIVETES HUMANOS VESTIDOS A OURO"

 

Uma exposição de escultura  em Lisboa, num amplo e magnifico espaço, de um escultor Valdigense!!!... não podia faltar!!!... senti-me lisonjeado pelo convite e quis dar um abraço a um amigo que pela sua simplicidade, sensibilidade e cultura artística, irá com certeza dar muito que falar neste meio. Numa breve  conversa  com o Orlando, ficou bem patente que qualquer peça de arte não vale apenas e só pelo seu lado estético, vale fundamentalmente pelo que transmite ás diferentes sensibilidades e olhares. Com estas peças, o Orlando pretende fazer uma crítica social ao que está padronizado mundialmente como sendo o ideal de beleza feminina, o título da exposição é bem sugestivo: "CANIVETES HUMANOS VESTIDOS A OURO" , as peças são belíssimas e os comentários eram unanimemente de agrado. O nosso escultor está de parabéns...

ORLANDO ALMEIDA, um nome a reter.

 

 Aqui ficam algumas imagens 

 

clique no link abaixo: 

http://www.facebook.com/photos.php?id=1662487015#!/album.php?aid=43789&id=1662487015

Autoria e outros dados (tags, etc)

17:23

Grupo Musical Arkadia

Francisco Duarte, em 18.05.09

 

http://www.facebook.com/grupoarkadia

 

Esta fantástica Banda está a festejar 20 anos da sua existência, 20 anos a levar o nome de Valdigem aos quatro cantos de Portugal, ultrapassando muitos e muitos obstáculos, quiçá "necessários" para hoje poderem apresentar um espectáculo a nível musical e de entertenimento de muita qualidade e com muito profissionalismo.

A todos elementos desta banda, o meu agradecimento pessoal (e julgo ser comum a todos os Valdigenses), por dignificarem de forma tão brilhante e honrosa o seu "berço".

Ao seu mentor, fundador, dignissímo Sr. Professor Paulo Xavier, um grande abraço de parabéns, não só pela longevidade do Arkadia a que a qualidade não está alheia, (o que nesta área é por si só um facto assinalável) mas pela tenacidade e dedicação que tem revelado na defesa da musica e dos projectos em que se tem envolvido, lutando com poderes instituidos e "Velhos do Restelo".

 

.

Autoria e outros dados (tags, etc)

16:46

Daniel Freitas... Génio Valdigense...

Francisco Duarte, em 15.05.09

 

 

O seu brilhantismo enquanto aluno, fez abrir de par em par as portas das mais conceituadas universidades do país, teve honras de reportagens televisivas e outras.

clique nos links abaixo:

 

http://colegiodelamego1ciclo.blogspot.com/2009/09/ainda-sobre-os-melhores-alunos.html

  

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=35014&op=all#cont

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

18:58

Valdigem homenageia...

Francisco Duarte, em 10.05.09
Doutor, Fernando Monteiro do Amaral, nasceu em 1925 e faleceu em 2009, natural de Cambres, freguesia do concelho de  Lamego e licenciado em Direito, Fernando Monteiro do Amaral foi professor, tendo leccionado inclusivé em Valdigem, Vereador da Câmara Municipal de Lamego, Presidente da Assembleia Municipal de Lamego e Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Exerceu funções de Deputado à Assembleia Constituinte e de Deputado à Assembleia da República nas I, III, IV, V e VI Legislaturas. Ocupou a pasta da Administração Interna e foi posteriormente Ministro adjunto do Primeiro-Ministro, nos 7.º e 8.º Governos, respectivamente.
Exerceu as funções de Vice-Presidente e Presidente da Assembleia da República durante três mandatos (1983-1987).
Entre 1985 e 1987 foi designado para o cargo de Conselheiro de Estado. Nos dois anos seguintes foi Deputado à Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, da qual foi também Vice-Presidente.
Foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.

 

Um Valdigense, teve a honra de privar da sua companhia, mantendo com ele laços profissionais e de amizade, extensiva á demais família, Manuel Joaquim Paiva.

Autoria e outros dados (tags, etc)

20:18



Mais sobre mim

foto do autor


Contacte:

f.nunes.duarte@hotmail.com

 .

.



.

.

Hino Nacional

.

.

.

.

Ver mapa maior

.

.

Festas Valdigem-Atletismo Outros

.

.

Vinho do Porto

.

.

Quinta dos Poços / Pacheca & ...


.

.

Desfile dos Ramalhos 2010


.

.

Natal 2007

.

.

Percursos Pedestres

C.M. de Lamego

(Sr. Pedro Fragueiro)

.

.

Neve 2009

.
.

Carnaval 2009

.
.

Festa Valdigem 2012

.

.

LOGO

C.M. Lamego

.

.

C. M. Peso da Régua

.

.

Douro4u

.

.

Enciclopédia Livre

.

.

Dicionário Portugues

.

.

.

.

Futebol Clube do Porto

.

.

Sport Lisboa e Benfica

.

.

Sporting Clube de Portugal

.

.

Telefones Úteis

.

.

.


.

Rádio Clube de Lamego


Comentários recentes