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VALDIGEM

Contacte: f.nunes.duarte@hotmail.com 965896262

VALDIGEM

VALDIGEM DE VINHEDOS... QUAIS JARDINS ENCANTADOS QUE ESCONDEM SECULARES SEGREDOS, MÁGOAS E ÁRDUO TRABALHO, ONDE OS AVÓS DOS AVÓS CULTIVARAM E FIZERAM AMADURECER CADA RUGA QUE TEM SEU ROSTO…


09.05.10

 
 
 
Na vida, e relativamente à “comédia humana”, costumamos dividir o tempo e/ou os anos em vários momentos simbólicos, como por exemplo, as estações do ano – Verão, Inverno, Outono e Primavera, eles ajudam-nos na nossa caminhada e animam as nossas ilusões, sonhos e anseios. Nas estações, em cada uma delas, criamos momentos específicos, tais como “temporadas”: Temporada de Férias passeios,viagens, praias, montanhas…
   
    Estamos em temporada de eleições autárquicas, ou seja estamos em temporada de voltar a sonhar! Em tempo de sonhos quase aniquilados por tanta crise ou pseudo crise… Valdigem sempre viveu uma grande “crise” a nível colectivo, "o Valdigense é muito importante, muito inteligente, incomparavelmente melhor que o vizinho do lado, o seu ego é maior que uma das maiores freguesias do concelho, VALDIGEM" !!!, bom... se colocarmos o individualismo ao serviço do “TODO” faremos de Valdigem, uma terra atraente para novas gentes e capaz de impedir a migração dos seus nativos oferecendo-lhes boa qualidade de vida. 

    No entanto os eleitos têm um papel fundamental na prossecução destes objetivos, sendo as suas responsabilidades supra elevadas em relação aos seus concidadãos, mandatários das suas necessidades e anseios, e devem por isso servir com nobreza, sem olhar ao estatuto, estrato social, ou outra qualquer característica.

 

"Já se fez, ou não... muito mais se pode fazer... é preciso tempo... outros tempos...

 Eu voto neste programa eleitoral ! Eu voto VALDIGEM...


08.05.10

 

 

HINO

 

Situada entre montanhas

Cercada de penedias

Fica a nossa linda terra

Valdigem de maravilhas

 

O povoado não é pequeno

Mas de honrados lavradores

Que desde o Cabo á Praça

Todos merecem louvores

 

Ao cimo o São Domingos

Protector dos nossos lares

A quem todos recorremos

Com preces e muito salutares

 

E a Senhora da Ajuda

No Centro da nossa terra

Para quem vai todo o afecto

Que o nosso coração encerra

 

Sinto orgulho de ser filho

Deste formoso torrão

Tão bonito tão bonito

Que eu guardo no coração

 

Eu adoro a minha terra

Não como coisa mesquinha

Eu adoro a minha terra

Porque é minha muito minha

  

Sugestão de, João Manuel Duarte Fonseca 

Diz...

Cantava-se nos momentos lúdicos da primária nos anos 50/60. Desconheço porém o autor da letra. Para relembrar aos que esqueceram e aos frequentadores do blog, uma forma de conhecer um pouco mais o passado recente da nossa terra. 


07.05.10

Imóveis de interesse público

Classificação atribuída pelo IPPAR - Instituto Português do Património Arquitéctónico

Marcos de demarção da zona de produção do vinho do Porto, mandados colocar por Marquês de Pombal

 

   

Marco Granítico Nº89

Quinta de Sto António - Foto: 19/02/2007

(Não se encontra no seu local de origem)

Marco s. António.JPG

Marco Granítico Nº91

Caminho do Barreiro - Foto: 19/02/2007

(Em boas condições de observação)

Marco barreiro.JPG

Marco Granítico Nº92

Quinta da Assoreira - Foto: 19/02/2007

(Em boas condições de observação)

Marco Malpica.JPG

Marco Granítico Nº90

Tanque Sto António

Não foi possível localizar este marco

 


06.05.10

 

galeria_1_1060399439.jpgAzeite… produto alimentar muito antigo, clássico da culinária contemporânea. Além dos benefícios para a saúde o azeite adiciona à comida um sabor e aroma peculiares. A região mediterrânea é responsável por 95% da produção mundial de azeite, favorecida pelas suas condições climáticas, propícias ao cultivo das oliveiras, com sol e clima seco.   O azeite de extraordinária pureza e apreciado sabor, é uma das riquezas agrícolas do Concelho.

  

    Valdigem, possui uma das raras Azenhas da região, local de transformação da azeitona, no produto final… o tão afamado Azeite…  O processo é algo complexo, exigindo  maquinaria e pessoal especializado, além de obedecer a  normas  Europeias. 

                                                       
 
Imagens  da fábrica, ( propriedade da quinta das Brôlhas)
 
                  Clique para ampli
     

 

 

 

As imagens apresentadas já são passado, a maquinaria transformadora sofreu alterações profundas com o objectivo de melhorar o produto final e fazer face ás novas exigências.
 
 
Responsável  azenha:
  Joaquim Simão  -  919248726   
 


03.05.10

 

 Tinha o seu fim anunciado há algum tempo, vai no entanto permanecer na mente e no coração de todos os que por lá passaram, a "velhinha escola" faz parte da memória colectiva de infância duma grande fatia da população Valdigense, foi lá afinal que muitos e muitos aprenderam as suas "primeiras" letras, foi lá que as primeiras maroteiras se organizaram, foi lá que se sentiu a responsabilidade e a dificuldade do "saber", foi lá também que se aprendeu a dar importância a quem tinha o conhecimento, o/a professor/a, foi lá que outros encontraram o sonho de uma saída para outros mundos...

 

Foram muitos os nomes que leccionaram e estiveram ligados a esta escola em diferentes épocas: (aqui ficam algumas referências e aguardo que me sejam fornecidos outros nomes)

Prof. Almeida Santos, Prof. Raúl, Prof. Rebelo, Prof. Delminda, Prof. Mercês, Prof. Ilda, Prof. Teresa, Prof. Idalina, Prof. Adelaide, Prof. Prazeres, Prof. Etelvina, Prof. Cecília. etc.

A todos os funcionários, auxiliares e principamente ao corpo docente, aqui fica a minha singela e humilde homenagem.

 

Um obrigado muito especial a todas as minhas professoras, as quais recordo com saudade.

1ª e 2ª classe: Prof. Ondina, 3ª e 4ª classe: Prof. Fátima, 1º e 2º ano da Tele-escola: Prof. Helena Felgar.

Para todas um beijinho carinhoso.

.

 

 

 .

Mas o edíficio parece que se vai manter...

 

Segundo o que consta na acta da Camara Municipal de Lamego nº13 de 29 de Junho de 2010, o edifício foi cedido pelo periodo de 30 anos ao Centro Social e Paroquial de Valdigem, para nele ser instalado um centro de dia e apoio domiciliário, após pedido efectuado por esta associação.

 

Clique para ver acta:  http://www.cm-lamego.pt/images/pdf/atas/camara/0910/1_2010

Pagina 7


01.05.10


01.04.10

Após demasiados anos a funcionarem em instalações degradantes e sem qualquer dignidade, para funcionários e utentes, (como neste blog, noutro post se pode constatar), é facto assinanável e de muito regozijo para os habitantes de Valdigem e demais utentes,  disporem desde 2013, de um espaço que obedece aos mínimos critérios de exigência para os serviços. Para quem conseguiu tal feito... Parabéns... e já não era sem tempo.

Inauguração em 2013 

Morada:  Av da Escola, 5100-182 Valdigem

Tel: Centro de saúde . 254331753

Tel: Junta de freguesia - 254331771       Mail:  uni.freg.paradabispo.valdigem@sapo.pt


20.05.09

Após um longo processo de negociações para expropriação dos terrenos, alegando Utilidade Pública, levado a cabo por: "Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro" e outros procedimentos burocráticos e legais, arrancaram no terreno as obras para a construção da ETAR (estação de tratamento de águas residuais) de Valdigem.

 

Vamos poder nadar novamente no Varosa, com água límpida como no passado?...!!! Assim esperamos.

 

                                                                              Clique para ampliar

  Fotos: Agosto de 2008 
Foto Maio 2009 Foto Agosto 2009Foto Novembro 2009
Foto Abril 2010  Foto Agosto 2010 Foto Dezembro 2010


19.05.09

Ilustres Valdigenses...  Ilustres Desconhecidos...

                                                                                                         SABIA QUE ...

Pina de Morais.jpg

Há 90 anos, várias dezenas de viticultores, entre eles vários Valdigenses, foram recebidos a tiro por um destacamento militar, quando se dirigiam à autarquia para reclamarem melhores condições de vida, alguns caíram mortos. Esta tragédia ficou perpetuada na obra “Sangue Plebeu”, da autoria do escritor Pina de Morais.

 

João Pina de Morais nasceu a 6 de Janeiro de 1889 na freguesia de Valdigem, concelho de Lamego, distrito de Viseu. Ainda jovem, estudou no Colégio de Lamego e, na prossecução dos estudos, frequentou a Academia Politécnica do Porto onde, em 1911, concluiu o Curso Preparatório para a Escola do Exército na arma da Infantaria.

No mesmo ano de 1911 frequentou a Escola de Guerra e, posteriormente, assentou praça em Vila Real, no Regimento de Infantaria 13. Alguns anos mais tarde, em 1917, foi incorporado no Corpo Expedicionário Português, tendo participado na I Guerra Mundial. No regresso desta, em 1919, foi transferido de Vila Real para o Regimento de Metralhas no Porto, onde lutou ativamente contra a investida monárquica de Paiva Couceiro.
Ainda em 1919, a sua amizade por Leonardo Coimbra incitou-o a inscrever-se como voluntário na recém criada Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde frequentou o curso de Ciências Filosóficas.

Em 1922 foi eleito deputado, depois de uma tentativa falhada no ano anterior. A sua vida política ficou marcada pela ação contestatária em prol dos mais desfavorecidos. Em 1924 aderiu ao Partido Republicano Português, do qual acabou por ser expulso devido a incompatibilidades políticas com o ideário do partido.
Em 1926, após o golpe militar do General Gomes da Costa, participou ativamente no processo contra-revolucionário, razão pela qual foi obrigado a exilar-se entre os anos de 1927 e 1932. O regresso a Portugal após este episódio, e devido à ditadura vigente, foi marcado por uma ausência literária que havia de durar cerca de 20 anos.

Enquanto escritor, a vida de Pina de Morais ficou também marcada pela sua produção literária. A partir de 1917 colaborou ativamente com o jornal A Democracia; as crónicas que escreveu para este jornal resultaram no seu primeiro livro, Ânfora Partida (1917). Mais tarde, em 1919, regressado da guerra, lançou o seu segundo livro, Ao Parapeito, onde descreveu as vicissitudes da guerra vividas na pele de homens comuns, com medos, fragilidades e receios próprios da natureza humana. Na senda de Ao Parapeito, lançou, ainda, O Soldado-Saudade na Grande Guerra, em 1921.
Um ano mais tarde, com a publicação de A Paixão do Maestro (1922), apresentou pela primeira vez a temática regionalista do seu Douro natal; este livro marcou ainda a transição ideológica do escritor que abandonou a estética saudosista e adotou o naturalismo. Os inícios da década de vinte marcaram, ainda, a colaboração literária de Pina de Morais com os grupos culturais da Seara Nova e da Renascença Portuguesa.

Após um interregno de vinte anos, em 1942, Pina de Morais publicou o seu livro mais consagrado, Sangue Plebeu. É um conjunto de novelas que se distingue pelo seu realismo e veracidade, misturados com uma profunda humanidade e riqueza pictóricas. Já em 1949, publicou o seu último livro, Vidas e Sombras, que narra as vicissitudes da natureza humana numa linguagem rica e ilustrativa.

No início de 1950 foi vítima de um acidente vascular cerebral que o deixou física e intelectualmente incapacitado. Os anos que se seguiram foram marcados pela degradação do seu estado de saúde. Morreu no dia 29 de Janeiro de 1953, vítima de mais um acidente cardio-vascular.

(Texto de Tiago Santos Reigada, 2008)

 

 


18.05.09

 

Nascido a 2 de Novembro de 1977 em Valdigem (concelho de Lamego), Orlando Manuel Nunes de Almeida, foi criado com a sua família numa quinta do Vale do Douro.

 Desde cedo manifestou o seu interesse pela arte, compondo músicas e escrevendo letras, moldando e transformando o seu mundo. Frequentou o ensino básico na Escola Secundária do Rodo mas era da sua vontade enveredar pelo mundo das artes. Aos 17 anos decide seguir o seu sonho e muda-se para a cidade invicta, onde ingressa no CEP - Centro de Estudo e Trabalho da Pedra, e conclui o Curso Profissional de Design de Interiores e Exteriores em 1998. Em 1999 ingressa no Ensino Superior no Instituto Politécnico de Viana do Castelo no curso de Design de Produto, que não chega a concluir pois neste mesmo ano inicia a sua actividade na Interforma / Divani & Divani, colaborando com o Arquitecto António Maria de Sousa em projectos de decoração de interiores e design de produto. No ano de 2006 assume o Gabinete de Design e Decoração da Interforma / Divani & Divani, onde permanece em funções até ao momento. Em 2009, assina os projectos de interiores do Passatempo Interforma/Casa Cl á u d i a .

 Entre o ano de 1996 e 2010, têm sido várias as exposições (individuais e colectivas) representações e colaborações. Neste ainda curto mas intenso trajecto, Paulo Neves, tem sido seu amigo, mestre e principal fonte de inspiração.

 

"CANIVETES HUMANOS VESTIDOS A OURO"

 

Uma exposição de escultura  em Lisboa, num amplo e magnifico espaço, de um escultor Valdigense!!!... não podia faltar!!!... senti-me lisonjeado pelo convite e quis dar um abraço a um amigo que pela sua simplicidade, sensibilidade e cultura artística, irá com certeza dar muito que falar neste meio. Numa breve  conversa  com o Orlando foi notório que, as suas peças de arte, (como toda a arte) vão muito para além do seu lado estético, valem fundamentalmente pelo que transmitem ás diferentes sensibilidades e olhares. Com estas peças, o Orlando pretende fazer uma crítica social ao que está padronizado mundialmente como sendo o ideal de beleza feminina, o título da exposição é bem sugestivo: "CANIVETES HUMANOS VESTIDOS A OURO" , as peças são belíssimas e os comentários eram unanimemente de agrado. O nosso escultor está de parabéns...

ORLANDO ALMEIDA, um nome a reter.

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